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sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Conta e lembra datas, tira fotos, escreve cartas. Guarda no peito, no coração, na gaveta, em uma canção.
Algumas letras, talvez rabiscos.
Algumas memórias.




Nova história no Batata Quente, confiram.

sábado, 25 de julho de 2009

Tarde de sábado.

Digitou algumas palavras soltas, esperando que talvez elas fizessem algum sentido. No fundo, não sabia o que escrever. A xícara de café já estava vazia, e o lábio cortado por um pedaço de casca de pão francês latejava. Não importa, ela não usaria seus lábios tão cedo.

Não queria saber de mais nada, apenas criar uma história. Mesmo que não tivesse um começo ou um fim. Qualquer coisa que a fizesse pensar numa realidade que não fosse a sua. Fuga. É confortável pensar numa vida que não é a sua - ou pode até ser a sua, mas irreal. Entendem?

De repente uma luz veio, algo que deve ser comum entre os escritores. Não que ela fosse uma escritora, longe disso. Bem longe disso. Mas já que era para ter uma realidade paralela, que ela fosse uma escritora então. E seus dedos digitavam cada vez mais rápido, e a história sem sentido, sem começo e sem fim tomava conta da tela.

Parou. Seu estômago doía pela falta de alimento consistente. Não é saudável tomar café durante uma tarde inteira sem comer nada - o pão francês não contava. Ao fundo, misturado ao silêncio, ouvia a voz firme e a melodia marcante de Alanis Morissette. Acho que sou feliz, pensou. Mas não tinha certeza, como sempre.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

My best friend is here!

Não, não é minha melhor amiga real - que por acaso está nos Estados Unidos. É a minha melhor amiga que encanta meus ouvidos e me dá os melhores conselhos quando não há ninguém para dá-los. Estou falando de Alanis Morissette.

Alanis: a melhor.

Alanis está no Brasil para uma série de shows, incluindo algumas cidades do Nordeste, Festival de Verão de Salvador, Belo Horizonte e até Manaus. MENOS Espírito Santo. É claro que eu bem que podia ir no show de Belo Horizonte, que nem é tão longe... podia né. Claro que estou deprimida, inconformada e tudo o mais. Alanis está tão próxima... e eu nem irei vê-la. Nem gritarei seu nome na platéia, cantarei todas as suas músicas ou chorarei de emoção vendo sua performance digna de minhas lágrimas.

Alanis: eu pegava.

Alanis, companheira de fossas, de felicidades, de dias de limpeza, de horas de estudo, de inspiração. Autora das melhore músicas ever.

O jeito é me contentar com alguma coisa que passe na TV.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Porque Quantum Of Solace lotou os cinemas?

Ok, é certo que o novo 007 - Quantum of Solace, lançado em novembro, não agradou tanto quanto o anterior, Casino Royale, de 2006. O primeiro 007 com Daniel Craig, na minha opinião, é o melhor de todos (tudo bem que eu só assisti os com o Pierce Brosnan). Casino Royale mostrou um agente mais violento, mais emotivo, e mais... apaixonado. Mostrou um lado mais humano de James Bond, que deixou de ser apenas um robô atraente e pegador do serviço secreto britânico. E, claro, o corpo escultural sem pêlos, e os olhos azuis, e tudo o mais de Daniel Craig, ajudaram bastante.

Quantum of Solace não tem tantas cenas sensuais, a história é mais complicada de entender (como é continuação de Casino Royale, muitos não gostaram por não tê-lo assistido antes) e Bond não está tão sarcástico como de costume. Está mais sombrio, ainda mais violento, e melancólico, por causa de Vésper, personagem de Eva Green em Casino Roayle. Também não possui tantas cenas marcantes, como a do chuveiro e da tortura, e a música tema, interpretada por Jack White e Alicia Keys, nem se compara à "You know my name", de Chris Cornell. Mas mesmo assim, Quantum of Solace lotou os cinemas.

Cena do chuveiro, em Casino Royale.

Isso é reflexo de que Daniel Craig agradou como James Bond, e eu arrisco dizer que ele é o melhor de todos os tempos (mesmo que eu não tenha assistido os mais antigos). O enredo de Casino Royale também ajudou, fazendo com que os fãs do filme fossem assistir à continuação. Quantum of Solace, mesmo sendo inferior à Casino, prende a atenção, e não peca como um bom filme de ação.

sábado, 8 de novembro de 2008

Só para não dizer que não postei.

A Talita publicou um meme, e eu me rendi à onda e vou respondê-lo (lê-se: estou ferrada na faculdade e não tenho nada relevante, nem tempo, para postar).

Nome: Darshany
Idade: 20
Local de Nascimento: Vitória - ES
Peso: 59 kg (vou emagrecer, juro)
Altura:1,65 m
Apelido de infância: Shany
Qual é a sua melhor qualidade? Agilidade e esperteza ao ler os emails!
E qual seu maior defeito? Não sei usar Corel
Qual é a característica mais importante em um homem? Que ele seja... homem?
E em uma mulher? Nós não temos características mais importantes, nós já somos totalmente importantes! Yeah
Qual é a sua idéia de felicidade? Ser rica e comprar um corolla pra minha mãe
E o que seria a maior das tragédias? Perder meus pais.
Quem você gostaria de ser se não fosse você mesma? Carrie Bradshaw, absolutely!
E onde gostaria de viver? Manhattan!
Qual é sua cor favorita? Preto
E o seu desenho animado? Padrinhos Mágicos. anime - Cavaleiros do Zodíaco
Quais são os seus escritores preferidos? Não tenho escritores preferidos, e sim livros.
E seus cantores e/ou grupos musicais? Stereophonics, Metallica, Alanis Morissette, Arctic Monkeys, etc.
O que te faz feliz instantaneamente? Mensagens felizes no celular x)
Quais dons você gostaria de possuir? Todos do Clark
Tem medo da morte? Sim. Até porque eu sou constantemente quase atropelada.
Quem é seu personagem de ficção favorito? Jack Sparrow \o/ James Bond \o/
Qual defeito é mais fácil de perdoar? Frescurite aguda
Qual é o lema de sua vida? Minha vida não tem lema... devia ter? oO
Qual sua maior extravagância? Assistir dois filmes seguidos no cinema. Adoro!
Qual sua viagem preferida? Ai carannn, não viajo nunca.
Se pudesse salvar apenas um objeto de um incêndio, qual seria? celular, o que seria inteligente da minha parte, sabe como é... afinal eu poderia pedir socorro, por exemplo.
Qual é o maior amor de sua vida? Meus pais.
Onde e quando foi mais feliz? Aqui agora! hahhaha
Qual é sua ocupação favorita? Não entendi muito bem essa pergunta. Mas se for no sentido que eu estou pensando, eu gosto de me ocupar assistindo minha série preferida (Felicity), comendo passatempo recheado com suco de laranja.
Pensa em ter filhos? Não.
Quantos? oi?
Um animal de estimação: meu passarinho! hihi o nome dele é Billy, e ele está cantando nesse momento.
Uma atividade física: correr para pegar ônibus
Um esporte: basquete
Um prato que sabe fazer: Pão de sal com manteiga na chapa
Uma comida que adora: Inhame ensopado
Uma invenção tecnológica sem a qual não vive: computador, ÓBVIO.
Gasta mais dinheiro com: Xerox ¬¬
Uma inabilidade: Citar só uma é impossível.
O que não faria em nome da vaidade? silicone eca!
Uma mania: dar f5 pra ver se chegou email novo hahaha
Uma saudade: prefiro não mencionar.
O primeiro beijo: quando eu tinha 14, logo depois de eu ganhar uma daquelas figurinhas românticas da bala Frigells. Ai, foi bonitinho!

Repasso o questionário para todos aqueles que estão se ferrando também!
Amém.

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Ouve o seu coração.

Adriana Calcanhoto - Mulher sem Razão


"Saia desta vida de migalhas
Desses homens que te tratam
Como um vento que passou..."

De repente você percebe que não é só mais um vento que passou na vida de alguém. E que segurar a mão dessa pessoa é tudo que se precisa para terminar um dia bem.

Quando cai essa ficha, fica mais fácil deixar o passado... no passado.

Eu não sou mais um vento que passou.

domingo, 6 de julho de 2008

Junho.

Livros lidos:

Do Amor e Outros Demônios - Gabriel García Márquez
Márquez trata com uma simplicidade imensa e cativante a vida de uma garotinha de 12 anos, supostamente possuída pelo demônio, e o envolvimento de um padre no caso. Diferente da outra obra que já li do mesmo autor, mas igualmente maravilhosa. Recomendo.

Músicas marcantes:
Good Woman - Cat Power
Porque ela consegue tocar meu coração.


Cinema:

Sex and the City (Sex and the City, 2008). Com Sarah Jessica Parker (Carrie Bradshaw), Kim Cattrall (Samantha Jones), Kristin Davis (Charlotte York), Cynthia Nixon (Miranda Hobbes) e Chris Noth (Mr. Big).

Nesse filme, baseado na série (1998-2004) de mesmo nome, Carrie e Big decidem se casar, após 10 anos de relacionamento conturbado. Estão presentes no filme os mesmos elementos do seriado: grifes, dinheiro, amor, sexo, futilidade e amizade, misturados àquele glamour que só Sex and the city possui.
Para os fãs que assistiram à toda a série (eu!), o começo é meio cansativo, mas os olhos brilham no decorrer do filme. Para quem nunca viu, é mais um filme de comédia romântica que vale à pena.

DVD:

Separados pelo Casamento (The Break-Up, 2006). Com Jennifer Aniston e Vince Vaughn.

Após dois anos de casamento, Brooke (Aniston) e Gary (Vaughn) entram em crise devido à rotina e acabam se separando. Mas nenhum dos dois aceita sair do apartamento. A partir daí, começa uma guerra, na qual tentam infernizar a vida um do outro, até alguém ceder.
O filme é legal, mas você torce, torce, e no final morre na praia.

O Grande Truque (The Prestige, 2006). Com Hugh Jackman, Christian Bale, Michael Caine, Scarlett Johansson, David Bowie e Piper Perabo.

Em Londres do século XIX, os mágicos Robert Angier (Jackman) e Alfred Borden (Bale) vivem em constante rivalidade. É um filme inteligente, que prende a atenção do começo ao fim.

Séries assistidas:

Nip/Tuck - 3ª temporada completa (2005). Com Julian McMahon, Dylan Walsh e Joely Richardson.

Nessa 3ª temporada, os cirurgiões plásticos Christian Troy e Sean McNamara estão de volta dando continuação aos dramas e histórias desenvolvidas a partir da 2ª temporada. Matt se mostra um adolescente cada vez mais rebelde e com crises, principalmente depois de descobrir o segredo de Ava (Famke Janssen). Mas vez ou outra demonstra um pouco de humanidade. Julia McNamara finalmente alcança sucesso profissional, mas continua sendo uma mulher confusa. Sean e Troy, ao longo da temporada, se redescobrem como amigos e sócios, e tentam desvendar o mistério do vilão The Carver (o Açougueiro), maníaco que ataca em Miami. A revelação se dá no último episódio, mas não é surpreendente.
Repleta de temas polêmicos, como transexualismo, Nip/Tuck agrada por misturar bizarrices à dramas atuais, o que prende o telespectador. E claro: sexo, drogas e cirurgias plásticas não podiam faltar nessa 3ª temporada.

domingo, 8 de junho de 2008

Maio (atrasado).

Músicas marcantes:
Sea of Love - Cat Power
A voz angustiante de Cat Power pode ser doce quando ela quer, e nessa música, parte da trilha sonora do filme Juno, ela está perfeita. Simplesmente tocou umas 35 vezes seguidas no meu player.

Cena de Juno na qual a música toca:


Cinema:

Quebrando a Banca (21, 2008)
Direção de Robert Luketi. Com Jim Sturgees (do lindo Across The Universe), Kevin Spacey (ganhador do Oscar de melhor ator por Beleza Americana), Kate Bosworth (de A Onda dos Sonhos e Superman - O retorno) e Laurence Fishburne (da trilogia Matrix).

Ben Campbell, vivido por Sturgees, é um garoto superdotado, mas que precisa arranjar dinheiro para pagar a faculdade. Seu professor de matemática, Micky Rosa (Spacey), repara no talento de Ben com os números e o convida para fazer parte de um grupo de jovens que, através de códigos e contando cartas, ganham dinheiro quebrando cassinos em Las Vegas. Inicialmente, Ben quer apenas a quantia necessária para pagar a faculdade mas, deslumbrado com o dinheiro fácil e o mundo de diversão, não consegue mais parar e acaba correndo risco de vida.
Quebrando a Banca é um filme excelente, principalmente para aqueles que gostam de uma reviravolta nas histórias e aquela surpresinha no final.


Homem de Ferro (Iron Man, 2008)
Dirigido por Jon Favreau. Com Robert Downey Jr. (dos recentes A Pele e Zodíaco), Terrence Howard (dos ótimos Crash - no limite e Quatro Irmãos) e Gwyneth Paltrow (ganhadora do Oscar de melhor atriz por Shakespeare Apaixonado).

Robert Downey Jr. foi a escolha perfeita para dar vida a Tony Stark, dono de uma indústria de armamentos, que ao ser seqüestrado por terroristas constrói uma máquina para fugir. Essa máquina, uma espécie de armadura-arma, é feita com alta tecnologia e Stark começa a usá-la para combater o crime.

O filme é muito bom, apesar de Gwyneth Paltrow estar meio apagada no papel da secretária fiel de Stark, Pepper. Downey Jr., mesmo não sendo o estereótipo dos super-heróis da Marvel, se saiu ótimo como Homem de Ferro, dando um tom de ironia ideal ao personagem. Destaque para a aparição relâmpago de Samuel L. Jackson, que dá a entender que haverá uma continuação.


O Melhor Amigo da Noiva (Made of Honor, 2008)
Direção de Paul Weiland. Com Patrick Dempsey (o Dr. McDream de Grey's Anatomy, atuou também no bonitinho Doce Lar) e Michelle Monaghan (dos fracos Missão Impossível 3 e Antes Só Do Que Mal Casado).

Dempsey interpreta Tom, um solteiro convicto cheio de regras quanto às mulheres que saem com ele. Hannah (Monaghan), sua melhor amiga há 10 anos, viaja para Escócia por 6 meses e, durante esse tempo, Tom descobre que é apaixonado por ela. Decidido a compensar o tempo perdido, espera ansioso por sua volta para se declarar, mas Hannah retorna noiva de um conde escocês e o chama para ser "madrinha" de seu casamento. Desesperado, Tom tenta o impossível para o casamento não acontecer.

Cópia bem-feita (e até melhor) de O Casamento do Meu Melhor Amigo, o filme não deixa a desejar na comédia e no romance. Destaque para a cena que Hannah faz sua despedida de solteira num pub da Escócia e para a trilha sonora que caiu como uma luva, de Love Song (Sara Bareilles) que abre o filme, à Stop Crying Your Heart Out (Oasis).


Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal (Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull, 2008)
Dirigido por Steven Spielberg. Com Harrison Ford (do ótimo Divisão de Homicídios), Shia LaBeouf (de Transformers e Paranóia), Cate Blanchett (de Elizabeth, Vida Bandida, Babel, trilogia O Senhor dos Anéis e ganhodora do Oscar de melhor atriz coadjuvante por O Aviador), e John Hurt (de Harry Potter e a Pedra Filosofal).

4ª aventura da série Indiana Jones, ambientada em 1957. Dessa vez, Henry Jones, juntamente à Mutt Williams (LaBeouf), sai em busca da Caveira de Cristal, também alvo da ambição da vilã soviética Irina Spalko (Cate Blanchett).
Não assisti aos três filmes anteriores, mas esse é até legal, tirando algumas partes do roteiro meio surreais.

DVD:
As filhas de Marvin (Marvin's room, 1996).
Dirigido por Jerry Zacks. Com Meryl Streep (de O Diabo Veste Prada), Diane Keaton, Leonardo DiCaprio (de Gangues de Nova York e Os Infiltrados) e Robert De Niro (de Os Intocáveis, 15 Minutos, ganhador do Oscar de melhor ator por Touro Indomável e melhor ator coadjuvante por O Poderoso Chefão II).

O filme gira em torno de um drama familiar vivido por Bessie (Keaton) que, ao detectar uma leucemia, precisa reencontrar a irmã Lee (Streep), que não vê há 17 anos.
Drama gostoso de assistir, principalmente pela boa atuação de Leonardo DiCaprio, que naquela época já se revelava um ótimo ator, e não só um rostinho bonito no cinema.


Match Point - Ponto Final (Match Point, 2005).
De Woody Allen. Com Jonathan Rhys-Meyers (de Feira das Vaidades e Alexandre), Scarlett Johansson (de Moça com Brinco de Pérola, Scoop - O Grande Furo e Encontros e Desencontros) e Emily Mortimer (de Querido Frankie e Paris, Eu Te Amo)

Chris Wilton (Jonathan Rhys-Meyers) é um ex-jogador e professor de tênis que, em Londres, conhece e se apaixona por Nola Rice (Scarlett Johansson), noiva de seu amigo Tom. A situação se complica quando ele casa com a irmã de Tom, Chloe (Emily Mortimer), e logo depois começa um caso com Nola.

Tudo que eu tenho para dizer sobre esse filme é: surpreendente e espetacular. Típico de Allen.

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Abril.

Baseado livremente nos posts mensais do blog Era uma vez...

Livros lidos:
Uma Aprendizagem ou o Livro dos Prazeres - Clarice Lispector: confesso que ainda não terminei.

Bandas conhecidas:
nenhuma, acho que nem ouvi música direito esse mês.

Músicas marcantes:
Since I Told You It's Over - Stereophonics: linda demais. É daquelas que te faz pensar milhares de coisas, ficar viajando, com o coração acelerado.

CD que não parou de tocar:
Stereophonics - "You Gotta Go There to Come Back" (2003). Destaque para a perfeita (minha música preferida) Maybe Tomorrow (faixa 2), Since I Told You It's Over (faixa 13), Rainbows and Posts of Gold (faixa 10).

Cinema:
Jumper (2008), com Hayden Christensen (do bom As Virgens Suicidas e dos chatos Star Wars episódio 2: o ataque dos clones, Star Wars episódio 3: a vingança dos Sith), Rachel Bilson (a Summer da série mais ou menos The O.C), Samuel L. Jackson (ai, de um monte aí), Diane Lane (dos bons Infidelidade, Procura-se um amor que goste de cachorros e A casa de vidro) e Jamie Bell (o Billy Elliot, lembram?). O filme é sobre um garoto que descobre que tem o poder de se teletransportar, e uma organização que persegue pessoas com esse poder começa a tentar matá-lo.
Gostei porque tem muita ação, o casal do filme tem química, a trilha é boa, o Hayden é lindo, e no fim dá um gostinho de quero mais. E acho que vem uma continuação por aí mesmo..

Angel (2007), com Romola Garai (de Feira das Vaidades, Dirty Dancing 2, Scoop - O grande furo e Desejo e Reparação - todos ainda não vistos e que sou louca para ver), Sam Neill (das mega produções Jurassic Park 1 e 3 e o emocionante O Homem Bicentenário) e Lucy Russell (de Batman Begins - o melhor - e Tristão e Isolda). É um filme baseado em uma obra de Elizabeth Taylor, que conta a história de Angel, uma escritora sonhadora que consquista a fama, mas aos poucos tudo começa a dar errado em sua vida.
Quando eu vi o cartaz desse filme, fiquei doida para assistir, mas me decepcionei. O filme se arrasta demais, e quando algumas cenas mudam de período há uma certa dificuldade de se entender.

DVD:
Garçonete (Waitress, 2006), com Keri Russell (da série mais perfeita Felicity, e dos filmes Missão Impossível 3 e O Som do Coração), Nathan Fillion (de O Regate do Soldado Ryan, Drácula 2000 e A Liga da Justiça) e Jeremy Sisto (do ótimo Aos Treze e do lindinho De Repente é Amor). Filme independente, sobre uma garçonete (Jenna) famosa por suas tortas, mas que vive um inferno no casamento. Até que um dia ela descobre que está grávida do marido, e fica naquele dilema de "eu sei que deveria estar feliz, mas não estou". O filme mostra todo esse processo de aceitação da gravidez, por vezes cômico, por vezes dramático, e o ponto alto é quando ela acaba se apaixonando pelo ginecologista.
Ninguém dá nada pelo filme lendo sua sinopse, mas eu AMEI quando assisti. Ele é romântico, engraçado, dramático, doce, e a Keri está perfeita no papel de Jenna. Recomendadíssimo.

Séries assistidas:
comecei a 3ª temporada de Nip/Tuck, mas parei no 3º episódio.

Conclusão:
Foi um mês bem agitado, mas eu não tive muito tempo para fazer as coisas que gosto.

segunda-feira, 31 de março de 2008

Março.

Baseado livremente nos posts mensais do blog Era uma vez...


Livros lidos
:
Um Conto de Duas Cidades, de Charles Dickens. Finalmente, pois estou tentando terminá-lo há quase 4 anos (sim, QUATRO anos), mas sempre surgia um novo Harry Potter, ou Senhor dos Anéis, ou Diário da Princesa, ou Gossip Girl, para me interromper. Aleluia para mim! Como eu demorei séculos para ler, vocês devem pensar que o livro é muito ruim. Mas nem é, até que é bom, só meio monótono às vezes. A dica é: leia se não tiver mais nada interessante em mãos.

O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry. Uma gracinha!


Bandas conhecidas:
Arctic Monkeys. Sim, eu ainda não tinha parado para ouvir Arctic Monkeys. Resume tudo: perfeito. Ouçam.

Paramore. Enfim uma banda com vocal feminino depois do Garbage que vale à pena ouvir, ouvir, sair pulando...


Músicas marcantes:
When I'm gone - Simple Plan. Calma, eu explicarei: Simple Plan não é lá uma banda total ruim, às vezes tem algumas músicas legais. O problema deles foi não terem criatividade para inovar, e mudarem completamente o estilo de se vestir (os caras eram tipo o Green Day, mas parece que por uma questão de marketing, preferiram se vestir daquele jeito que as pessoas consideram Emo). Enfim, eles lançaram um novo CD, que parece continuar na mesmice, um quase pop, mas eu não posso negar que When I'm Gone, o primeiro single, é legal sim, e gruda que nem chiclete.

Starlight - Muse. A melhor música que ouvi nesse mês. Nunca tinha escutado Muse, e essa ainda é a única música que ouvi deles. A batidinha te faz balançar a cabeça, e a voz do cara soa melancolicamente gostosa. Viciei.


CD que não parou de tocar:
O primeiro do Arctic Mokeys, Whatever People Say I Am, That's What I'm Not. Maravilhoso! Melhores faixas: Mardy Bum (faixa 9), When The Sun Goes Down (faixa 11), A Certain Romance (faixa 13).


Cinema:
Juno, ganhador do Oscar de Melhor Roteiro Original esse ano. Com Ellen Page (aquela de MeninaMá.com que sou louca pra assistir), Michael Cera e Jennifer Garner (que já participou de Felicity, protagonizou Alias, e fez filmes como o ótimo Prenda-me se for capaz, o lindinho De repente 30 e viveu Elektra em Demolidor e Elektra). O filme tem uma trilha sonora perfeita, e surpreende principalmente por mostrar uma situação complicada vivida de maneira inesperada. A gravidez de Juno nos faz rir, nos emociona, e nos faz pensar se teríamos coragem de agir como ela se isso acontecesse conosco. Lindo. Assistam.

Ponto de Vista, com Dennis Quaid (de Alta Freqüência e O dia depois de amanhã), Matthew Fox (da série Lost), Forest Whitaker (de O quarto do pânico, Por um fio e ganhador do oscar de melhor ator em 2007 por O último rei da Escócia) e Sigourney Weaver (da série de filmes Alien, Os caça-fantasmas I e II e A vila). Ação que beira o enjoativo, mas acaba nesse exato momento, então dá para sair do cinema satisfeito. Prende a atenção pelo quebra-cabeça que a trama desenvolve e pelos bons atores, se não fosse isso, não seria um bom filme. Recomendo que esperem sair em dvd para assistirem.


Séries assistidas:
1ª temporada completa de E.R. George Clooney sem cabelo grisalho não tem preço!


Conclusão: eu quase não fui ao cinema esse mês.

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Um pouco de música.

Shelha me lançou uma maldição.
A seguir os caminhos para que ela se complete.

1- Abra sua lista de reprodução (Winamp, Media Player ou derivados)
2- Coloque em "Ordem Aleatória"
3- Aperte "Play!"
4- Pra cada pergunta, coloque a música que estiver tocando.
5- Quando for pra outra pergunta, mude de música!

1} Créditos de Abertura:
Reptillia - The Strokes (não houve muito siginificado nisso).

2} Ao acordar:
Dig - Incubus (porra! porra!)

3} Primeiro dia de aula:
Proibida pra mim - Zeca Baleiro (me senti uma daquelas garotas populares que chegam na escola e atraem todos os olhares dos caras e não dá nenhuma moral para eles - isso NÃO acontece).

4} Infância:
Creep - Radiohead (poxa, eu não era uma criança deprimida).

5} Ao se apaixonar:
Every me and every you - Placebo (ahhh não queria que tivesse dado essa
não!)

6} Música de Batalha:
Paper Bag - Fiona Apple (Deus, nada a ver).

7} Fim de namoro:
Como eu quero - Kid Abelha (só se terminaram com você que "uhhh eu quero você como eu queeero" vai valer ¬¬)

8} Formatura:
Closing Time - Semisonic (ahhhh essa música é perfeita para todas as situações e eu iria CHORAR se ela tocasse na minha formatura, pqp).

9} Vida:
Ironic - Alanis Morissette (HAHAHAHAH isn't it ironic, don't you think? HAHAHAH)

10} Faculdade:
Don't dream it's over - Sixpense none the richer (poxa, isso me lembra que um dia vai acabar).

11} Colegial:
Only happy when it rains - Garbage (ah, cefetes...)

12} Depressão:
Head Over Feet - Alanis Morissette (ah não, a alanis nem me deprime. ela conversa comigo. juro).

13} Na estrada:
Drive - Incubus (esse negócio começou a me dar medo!! HAHAHAAH)

14} Flashback:
Hand in my pocket - Alanis Morissette (é, me lembra várias coisas).

15} Reatando namoro:
All my loving - The Beatles (perfeita! não que eu tenha reatado namoro ouvindo ela, mas até que faz sentido).

16} Casamento:
She will be loved - Maroon 5 (eu AMO essa música, e faz todo o sentido ela tocar num casamento, mas a idéia de ouvi-la no MEU casamento me dá vontade de vomitar).

17} Nascimento do filho:
Love Hurts - Incubus (hahahahaah deve doer messsssmo).

18} Batalha Final:
So damn beautiful - Poloroid (não que o nome tenha a ver, mas até que ela tocando dá pra imaginar).

19} Cena de morte:
A sorta fairytale - Tori Amos (como assimmmmm?)

20} Música do Funeral:
You know i'm no good - Amy Winehouse (escrevam isso na minha lápide, por favor!)

21} Créditos Finais:
Maybe Tomorrow - Stereophonics (porque precisamos fechar com chave de ouro, né?)

Quem continua essa corrente tenebrosa: Natasha (The Honey Fire)!!! huhuhuhu

sábado, 29 de dezembro de 2007

Um pouco de ficção

Eles se gostavam havia meses. Mas ninguém sabia dizer, explicar, mostrar um argumento altamente convincente de porquê ainda não estavam juntos. Simplesmente não ficaram juntos. E se distanciaram cada vez mais e mais... No começo, ela se recusou a esquecer, até que um dia ele foi bem claro que não iria mais ficar com ela. Então, foi abstraindo de pouco em pouco, até enxergar o leque de opções que possuía, e que uma delas valeria à pena um dia. Ele, de algum modo, percebeu que ela finalmente o tinha tirado da cabeça, e por egoísmo, ou por vontade de aumentar seu ego, ou até mesmo porque ainda gostava dela, resolveu reaparecer. Deixava mensagens que ela não conseguia entender. Se era para ela esquecer, porque ele deixava os recados? Resolveu não se importar muito com isso e não esperar nada demais. Seguiu sua vida.

Ambos seguiram caminhos que, certa vez, acabaram por se cruzar novamente. Estavam totalmente distantes, se falavam às vezes, conversa de colegas. Ela ainda sentia seu coração bater mais forte ao lembrar dele, mas pensava consigo mesma que aquilo era passageiro e não significava nada. Ele? Não se sabe. Mas um dia, foram os dois num mesmo show. Não sabiam que se encontrariam por lá. Ela foi acompanhada de um amigo. Ele também.

Every breath you take, every move you make, every bond you break, every step you take.. I'll be watching you.

The Police começou a tocar essa música exatamente quando eles perceberam a presença um do outro naquela multidão. Coincidência?

Every single day, every word you say, every game you play, every night you stay.. I'll be watching you.

Quando a viu acompanhada de outro, ele sentiu algo estranho dentro de si. Teria a perdido de verdade? Percebeu que se não fosse falar com ela naquele momento, perderia para sempre a chance de consertar seu erro. Ela, mesmo tentando negar para si mesma, esperava que ele fizesse exatamente aquilo.

Oh can't you see?? You belong to me! My poor heart aches, with every step you take!

Sting cantou esses versos como se fossem para eles. Então, ele se aproximou e puxou qualquer assunto para quebrar o gelo. Ela sorriu levemente. Sempre sorria quando estava perto dele, era inevitável. Ele se aproximou mais. Não conseguia controlar.

Every move you make, every vow you break, every smile you fake, every claim you stake.. I'll be watching you.

– Eu ainda gosto de você – foi o que ele disse em seu ouvido.

Ela queria ter ouvido isso há muito, muito tempo. Porque só agora?

Since you've gone I've been lost without a trace! I dream at night I can only see your face! I look around but it's you I can't replace! I feel so cold and I long for your embrace. I keep crying baby, baby, please!!!!

– Você não acha que é tarde demais para isso não? – ela retrucou. Mas ainda deixava ele se aproximar cada vez mais.

– Talvez seja tarde – ele falou, olhando no fundo de seus olhos – mas não posso deixar de tentar.

Oh can't you see??? You belong to me!! My poor heart aches, with every step you take!

Ele a beijou, e ela não se opôs. Era tão bom ter aquilo novamente... mesmo que não fosse durar mais que uma noite.

Every move you make, every vow you break, every smile you fake, every claim you stake.. I'll be watching you...

Ela achava que ele a envolvia em seus braços como ninguém soubera fazer antes. Era o melhor beijo que já tinha dado também. Ele podia ser sempre o melhor na vida dela, ela pensou, era só ele querer.

Every move you make... every step you take... I'll be watching you...

Não se sabe o que aconteceu depois, nem nos dias seguintes. Mas naquela noite, eles ficaram juntos mais uma vez.

I'll be watching you...

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

about a girl.

Ontem assisti a um filme muito bom. Não, não é cult, não é europeu, não tem um enredo de tirar o chapéu, nem é digno de ser indicado ao Oscar. Mas é bom. Clive Owen, muito sexy com aquele sobretudo de couro (ou jaqueta?) preto, passa uma hora e meia atirando para todos os lados, comendo cenoura, pegando uma mulher gostosa (Monica Bellucci), cuidando de um bebê... ops, de repente muitas coisas acontecem ao mesmo tempo para uma hora e meia de filme. É uma ação repleta de sarcasmo, que te faz rir até das dezenas de mortes que ocorrem. Ou centenas?

Sem contar a trilha sonora impecável. Sim, como um bom filme de ação, eu não esperava que tocasse nenhuma música melódica que me fizesse querer chorar. Mas também não esperava que fosse gostar TANTO, mas tanto do que ouvi. Metal, grunge, punk. Shoot'EM Up (Mandando Bala) me fez balançar as perninhas o tempo inteiro, batendo a mão no braço da cadeira. Quando tocou Nirvana (Breed) enquanto Clive mandava bala, eu me controlei para não levantar ali mesmo, e cantar bem alto, balançando a cabeça. Even if you have, even if you need, I don’t mean to stare, we don’t have to breed! We could plant a house, we could build a tree, I don’t even care, we could have all three! She said, she said, SHE SAID, SHE SAID, SHE SAID, SHE SAID, SHE SAID, SHE SAID... GOOD! Foi a cena mais perfeita do filme.

Quem me conheceu esse ano não imagina ainda as músicas que me fazem enlouquecer. Tinha tempos que não ouvia Nirvana. Porquê? me pergunto. Lembrei da garota que há anos atrás tinha um jeito diferente de existir. Mas nos últimos tempos, as pessoas têm me influenciado. Até minhas roupas, minha mãe que escolhe agora. Pode ser que, inconscientemente, eu esteja querendo ser aceita. Mas que saudade eu tenho da Darshany que andava meio largada, sem se preocupar. Que ouvia Kurt se esgoelando em Territorial Pissings e achava aquilo um tesão. Ah, não faz tanto tempo assim. Não faz. Talvez eu nunca tenha mudado como acho que mudei. Só estou com uma carcaça diferente. A outra está ali guardadinha. Pronta para ser usada.

terça-feira, 9 de outubro de 2007

I just want you to know who I am...

Ah, outubro! Mês em que a primavera já se instalou com todas as suas pétalas e aromas florais. Mês para se apaixonar e correr riscos. Tempo de dizer 'não' bem alto para aquilo que não nos faz bem. De olhar bem no fundo dos olhos e dizer 'eu quero você'. Ah, outubro! Mês dos desejos, dos sonhos, das suposições, das expectativas. Tempo de esperar.
Estava eu, saindo de um bar (sim, daquele bar), andando tranqüilamente até o ponto de ônibus. Frio eu senti, companhia eu quis, olhei no relógio. 22:09hs. Cheguei no ponto, estava lotado e eu achei estranho para aquele horário. O ônibus demorou para passar e comecei a perder a paciência. Nessas horas, se observa tudo ao redor, árvores que nunca havia enxergado, conversas alheias, carros que passam e fazem o cabelo voar. Olho distraidamente para o semáforo recém vermelho e logo uma carreta enorme pára na minha frente. Ouço uma música vindo de dentro da cabine, inicialmente indecifrável, mas logo reconheci. I just don't want to miss you tonight... Fiquei pensando em tantas coisas naqueles longos 2 minutos... Músicas sempre me trazem lembranças, mesmo as que ainda não aconteceram. Eu vivo imaginando meu futuro, o dia seguinte.
Eis que algo parecido aconteceu essa semana. Ontem. Naquele trânsito terrível a caminho da faculdade, sentada (milagre) justo do lado no qual mais pega sol pela manhã. Aborrecidamente, meu olhar observa tudo pela janela, mas não se prende em nada. Quando percebo, um corsa preto pára ao lado do meu ônibus, tocando bem alto uma música do kid abelha. Lá vêm os pensamentos novamente...
Por enquanto, só me resta pensar.
Ah, outubro. Me diz o que trará de bom?