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segunda-feira, 2 de março de 2009

Dexter: vilão ou herói?



Nunca gostei de sangue, sempre chorei litros por não conseguir encarar meus próprios machucados. E é por isso que nunca quis ser médica - apesar do meu pai achar que seria muito melhor ser médica do que jornalista.

E talvez, por algum desvio psicológico grave - ou nem tanto - eu adoro séries e filmes assim. Não estou falando de terror, vejam bem. Não me dou bem com terror. Mesmo. Mas suspenses dos bons, policiais, investigação, e seriados médicos, me atraem. E o último deles foi Dexter, cujo trailler da primeira temporada está acima.

Dexter é um perito criminal em Miami, especialista em... sangue. Filho adotivo de um policial, namora uma moça chamada Rita, mãe de dois filhos. Tudo muito normal, se ele não fosse um serial killer. Dexter, desde pequeno, mostrou possuir impulso para matar, e o faz com aqueles que "merecem morrer", por assim dizer. Ou seja, mata os assassinos que a polícia não consegue prender.

Seria Dexter um vilão, pelo simples ato de matar, ou seria um herói, visto que sua matança faz um grande bem à sociedade? Deixei explícita minha opinião, porém assisti apenas ao primeiro episódio até agora, e não sei ainda quais surpresas a série pode trazer. Mas espero sinceramente que Dexter não mate ninguém inocente, para que eu possa assistir até 4ª temporada.

sábado, 8 de novembro de 2008

Só para não dizer que não postei.

A Talita publicou um meme, e eu me rendi à onda e vou respondê-lo (lê-se: estou ferrada na faculdade e não tenho nada relevante, nem tempo, para postar).

Nome: Darshany
Idade: 20
Local de Nascimento: Vitória - ES
Peso: 59 kg (vou emagrecer, juro)
Altura:1,65 m
Apelido de infância: Shany
Qual é a sua melhor qualidade? Agilidade e esperteza ao ler os emails!
E qual seu maior defeito? Não sei usar Corel
Qual é a característica mais importante em um homem? Que ele seja... homem?
E em uma mulher? Nós não temos características mais importantes, nós já somos totalmente importantes! Yeah
Qual é a sua idéia de felicidade? Ser rica e comprar um corolla pra minha mãe
E o que seria a maior das tragédias? Perder meus pais.
Quem você gostaria de ser se não fosse você mesma? Carrie Bradshaw, absolutely!
E onde gostaria de viver? Manhattan!
Qual é sua cor favorita? Preto
E o seu desenho animado? Padrinhos Mágicos. anime - Cavaleiros do Zodíaco
Quais são os seus escritores preferidos? Não tenho escritores preferidos, e sim livros.
E seus cantores e/ou grupos musicais? Stereophonics, Metallica, Alanis Morissette, Arctic Monkeys, etc.
O que te faz feliz instantaneamente? Mensagens felizes no celular x)
Quais dons você gostaria de possuir? Todos do Clark
Tem medo da morte? Sim. Até porque eu sou constantemente quase atropelada.
Quem é seu personagem de ficção favorito? Jack Sparrow \o/ James Bond \o/
Qual defeito é mais fácil de perdoar? Frescurite aguda
Qual é o lema de sua vida? Minha vida não tem lema... devia ter? oO
Qual sua maior extravagância? Assistir dois filmes seguidos no cinema. Adoro!
Qual sua viagem preferida? Ai carannn, não viajo nunca.
Se pudesse salvar apenas um objeto de um incêndio, qual seria? celular, o que seria inteligente da minha parte, sabe como é... afinal eu poderia pedir socorro, por exemplo.
Qual é o maior amor de sua vida? Meus pais.
Onde e quando foi mais feliz? Aqui agora! hahhaha
Qual é sua ocupação favorita? Não entendi muito bem essa pergunta. Mas se for no sentido que eu estou pensando, eu gosto de me ocupar assistindo minha série preferida (Felicity), comendo passatempo recheado com suco de laranja.
Pensa em ter filhos? Não.
Quantos? oi?
Um animal de estimação: meu passarinho! hihi o nome dele é Billy, e ele está cantando nesse momento.
Uma atividade física: correr para pegar ônibus
Um esporte: basquete
Um prato que sabe fazer: Pão de sal com manteiga na chapa
Uma comida que adora: Inhame ensopado
Uma invenção tecnológica sem a qual não vive: computador, ÓBVIO.
Gasta mais dinheiro com: Xerox ¬¬
Uma inabilidade: Citar só uma é impossível.
O que não faria em nome da vaidade? silicone eca!
Uma mania: dar f5 pra ver se chegou email novo hahaha
Uma saudade: prefiro não mencionar.
O primeiro beijo: quando eu tinha 14, logo depois de eu ganhar uma daquelas figurinhas românticas da bala Frigells. Ai, foi bonitinho!

Repasso o questionário para todos aqueles que estão se ferrando também!
Amém.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Café.

Não que eu fique acordada até tarde por prazer. Não sabendo que há aula 7h da manhã. Tornou-se um vício, desde aqueles tempos nem tão longíquos assim, quando eu me sentava nessa mesma escrivaninha e devorava todas as apostilas do pré-vestibular. Esse vício me é útil às vezes, prejudicial na maioria delas, mas talvez seja melhor assim. Se eu dormir demais, vou viciar em dormir demais, e aí já viu.

Não que eu queira dizer alguma coisa aqui, hoje e agora. É só que o sono realmente me falta, e o episódio 2x17 de Felicity não quer rodar. E acho melhor me manter no escurinho mesmo, em silêncio, pois uma mãe e um pai cansados repousam aqui ao lado, e eu sinceramente não gostaria de acordá-los - apesar de essa mãe ter uma audição daquelas, e sempre acordar com o mínimo ruído dessas teclas que vos digita agora.

Eu estava aqui, pensando no amor do passado, pensando em como os anos passam num piscar de olhos. Pensando que eu deveria pendurar meu quadrinho de fotos, daqueles que você coloca as fotos com ímãs, na parede logo. Também devia colocar alguns pares de meia para lavar, e comprar um marca-textos novo. Além de começar um pequeno roteiro que tive idéia esses dias, e quem sabe um dia, no futuro, eu consiga fazer algo útil - até mesmo um filme! Que pretensão...

Sabe, ando tão cheia de idéias, que tenho medo de elas se embolarem e sumirem todas de uma vez. Queria que meu dia tivesse 48h. Acho que seria a pessoa mais feliz do mundo. Ou talvez continuasse dormindo 3h por dia e, no fim das contas, o dobro de horas não adiantasse nada. Como todo o resto.

Não que vocês tenham que entender alguma coisa.

domingo, 6 de julho de 2008

Junho.

Livros lidos:

Do Amor e Outros Demônios - Gabriel García Márquez
Márquez trata com uma simplicidade imensa e cativante a vida de uma garotinha de 12 anos, supostamente possuída pelo demônio, e o envolvimento de um padre no caso. Diferente da outra obra que já li do mesmo autor, mas igualmente maravilhosa. Recomendo.

Músicas marcantes:
Good Woman - Cat Power
Porque ela consegue tocar meu coração.


Cinema:

Sex and the City (Sex and the City, 2008). Com Sarah Jessica Parker (Carrie Bradshaw), Kim Cattrall (Samantha Jones), Kristin Davis (Charlotte York), Cynthia Nixon (Miranda Hobbes) e Chris Noth (Mr. Big).

Nesse filme, baseado na série (1998-2004) de mesmo nome, Carrie e Big decidem se casar, após 10 anos de relacionamento conturbado. Estão presentes no filme os mesmos elementos do seriado: grifes, dinheiro, amor, sexo, futilidade e amizade, misturados àquele glamour que só Sex and the city possui.
Para os fãs que assistiram à toda a série (eu!), o começo é meio cansativo, mas os olhos brilham no decorrer do filme. Para quem nunca viu, é mais um filme de comédia romântica que vale à pena.

DVD:

Separados pelo Casamento (The Break-Up, 2006). Com Jennifer Aniston e Vince Vaughn.

Após dois anos de casamento, Brooke (Aniston) e Gary (Vaughn) entram em crise devido à rotina e acabam se separando. Mas nenhum dos dois aceita sair do apartamento. A partir daí, começa uma guerra, na qual tentam infernizar a vida um do outro, até alguém ceder.
O filme é legal, mas você torce, torce, e no final morre na praia.

O Grande Truque (The Prestige, 2006). Com Hugh Jackman, Christian Bale, Michael Caine, Scarlett Johansson, David Bowie e Piper Perabo.

Em Londres do século XIX, os mágicos Robert Angier (Jackman) e Alfred Borden (Bale) vivem em constante rivalidade. É um filme inteligente, que prende a atenção do começo ao fim.

Séries assistidas:

Nip/Tuck - 3ª temporada completa (2005). Com Julian McMahon, Dylan Walsh e Joely Richardson.

Nessa 3ª temporada, os cirurgiões plásticos Christian Troy e Sean McNamara estão de volta dando continuação aos dramas e histórias desenvolvidas a partir da 2ª temporada. Matt se mostra um adolescente cada vez mais rebelde e com crises, principalmente depois de descobrir o segredo de Ava (Famke Janssen). Mas vez ou outra demonstra um pouco de humanidade. Julia McNamara finalmente alcança sucesso profissional, mas continua sendo uma mulher confusa. Sean e Troy, ao longo da temporada, se redescobrem como amigos e sócios, e tentam desvendar o mistério do vilão The Carver (o Açougueiro), maníaco que ataca em Miami. A revelação se dá no último episódio, mas não é surpreendente.
Repleta de temas polêmicos, como transexualismo, Nip/Tuck agrada por misturar bizarrices à dramas atuais, o que prende o telespectador. E claro: sexo, drogas e cirurgias plásticas não podiam faltar nessa 3ª temporada.

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Abril.

Baseado livremente nos posts mensais do blog Era uma vez...

Livros lidos:
Uma Aprendizagem ou o Livro dos Prazeres - Clarice Lispector: confesso que ainda não terminei.

Bandas conhecidas:
nenhuma, acho que nem ouvi música direito esse mês.

Músicas marcantes:
Since I Told You It's Over - Stereophonics: linda demais. É daquelas que te faz pensar milhares de coisas, ficar viajando, com o coração acelerado.

CD que não parou de tocar:
Stereophonics - "You Gotta Go There to Come Back" (2003). Destaque para a perfeita (minha música preferida) Maybe Tomorrow (faixa 2), Since I Told You It's Over (faixa 13), Rainbows and Posts of Gold (faixa 10).

Cinema:
Jumper (2008), com Hayden Christensen (do bom As Virgens Suicidas e dos chatos Star Wars episódio 2: o ataque dos clones, Star Wars episódio 3: a vingança dos Sith), Rachel Bilson (a Summer da série mais ou menos The O.C), Samuel L. Jackson (ai, de um monte aí), Diane Lane (dos bons Infidelidade, Procura-se um amor que goste de cachorros e A casa de vidro) e Jamie Bell (o Billy Elliot, lembram?). O filme é sobre um garoto que descobre que tem o poder de se teletransportar, e uma organização que persegue pessoas com esse poder começa a tentar matá-lo.
Gostei porque tem muita ação, o casal do filme tem química, a trilha é boa, o Hayden é lindo, e no fim dá um gostinho de quero mais. E acho que vem uma continuação por aí mesmo..

Angel (2007), com Romola Garai (de Feira das Vaidades, Dirty Dancing 2, Scoop - O grande furo e Desejo e Reparação - todos ainda não vistos e que sou louca para ver), Sam Neill (das mega produções Jurassic Park 1 e 3 e o emocionante O Homem Bicentenário) e Lucy Russell (de Batman Begins - o melhor - e Tristão e Isolda). É um filme baseado em uma obra de Elizabeth Taylor, que conta a história de Angel, uma escritora sonhadora que consquista a fama, mas aos poucos tudo começa a dar errado em sua vida.
Quando eu vi o cartaz desse filme, fiquei doida para assistir, mas me decepcionei. O filme se arrasta demais, e quando algumas cenas mudam de período há uma certa dificuldade de se entender.

DVD:
Garçonete (Waitress, 2006), com Keri Russell (da série mais perfeita Felicity, e dos filmes Missão Impossível 3 e O Som do Coração), Nathan Fillion (de O Regate do Soldado Ryan, Drácula 2000 e A Liga da Justiça) e Jeremy Sisto (do ótimo Aos Treze e do lindinho De Repente é Amor). Filme independente, sobre uma garçonete (Jenna) famosa por suas tortas, mas que vive um inferno no casamento. Até que um dia ela descobre que está grávida do marido, e fica naquele dilema de "eu sei que deveria estar feliz, mas não estou". O filme mostra todo esse processo de aceitação da gravidez, por vezes cômico, por vezes dramático, e o ponto alto é quando ela acaba se apaixonando pelo ginecologista.
Ninguém dá nada pelo filme lendo sua sinopse, mas eu AMEI quando assisti. Ele é romântico, engraçado, dramático, doce, e a Keri está perfeita no papel de Jenna. Recomendadíssimo.

Séries assistidas:
comecei a 3ª temporada de Nip/Tuck, mas parei no 3º episódio.

Conclusão:
Foi um mês bem agitado, mas eu não tive muito tempo para fazer as coisas que gosto.

segunda-feira, 31 de março de 2008

Março.

Baseado livremente nos posts mensais do blog Era uma vez...


Livros lidos
:
Um Conto de Duas Cidades, de Charles Dickens. Finalmente, pois estou tentando terminá-lo há quase 4 anos (sim, QUATRO anos), mas sempre surgia um novo Harry Potter, ou Senhor dos Anéis, ou Diário da Princesa, ou Gossip Girl, para me interromper. Aleluia para mim! Como eu demorei séculos para ler, vocês devem pensar que o livro é muito ruim. Mas nem é, até que é bom, só meio monótono às vezes. A dica é: leia se não tiver mais nada interessante em mãos.

O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry. Uma gracinha!


Bandas conhecidas:
Arctic Monkeys. Sim, eu ainda não tinha parado para ouvir Arctic Monkeys. Resume tudo: perfeito. Ouçam.

Paramore. Enfim uma banda com vocal feminino depois do Garbage que vale à pena ouvir, ouvir, sair pulando...


Músicas marcantes:
When I'm gone - Simple Plan. Calma, eu explicarei: Simple Plan não é lá uma banda total ruim, às vezes tem algumas músicas legais. O problema deles foi não terem criatividade para inovar, e mudarem completamente o estilo de se vestir (os caras eram tipo o Green Day, mas parece que por uma questão de marketing, preferiram se vestir daquele jeito que as pessoas consideram Emo). Enfim, eles lançaram um novo CD, que parece continuar na mesmice, um quase pop, mas eu não posso negar que When I'm Gone, o primeiro single, é legal sim, e gruda que nem chiclete.

Starlight - Muse. A melhor música que ouvi nesse mês. Nunca tinha escutado Muse, e essa ainda é a única música que ouvi deles. A batidinha te faz balançar a cabeça, e a voz do cara soa melancolicamente gostosa. Viciei.


CD que não parou de tocar:
O primeiro do Arctic Mokeys, Whatever People Say I Am, That's What I'm Not. Maravilhoso! Melhores faixas: Mardy Bum (faixa 9), When The Sun Goes Down (faixa 11), A Certain Romance (faixa 13).


Cinema:
Juno, ganhador do Oscar de Melhor Roteiro Original esse ano. Com Ellen Page (aquela de MeninaMá.com que sou louca pra assistir), Michael Cera e Jennifer Garner (que já participou de Felicity, protagonizou Alias, e fez filmes como o ótimo Prenda-me se for capaz, o lindinho De repente 30 e viveu Elektra em Demolidor e Elektra). O filme tem uma trilha sonora perfeita, e surpreende principalmente por mostrar uma situação complicada vivida de maneira inesperada. A gravidez de Juno nos faz rir, nos emociona, e nos faz pensar se teríamos coragem de agir como ela se isso acontecesse conosco. Lindo. Assistam.

Ponto de Vista, com Dennis Quaid (de Alta Freqüência e O dia depois de amanhã), Matthew Fox (da série Lost), Forest Whitaker (de O quarto do pânico, Por um fio e ganhador do oscar de melhor ator em 2007 por O último rei da Escócia) e Sigourney Weaver (da série de filmes Alien, Os caça-fantasmas I e II e A vila). Ação que beira o enjoativo, mas acaba nesse exato momento, então dá para sair do cinema satisfeito. Prende a atenção pelo quebra-cabeça que a trama desenvolve e pelos bons atores, se não fosse isso, não seria um bom filme. Recomendo que esperem sair em dvd para assistirem.


Séries assistidas:
1ª temporada completa de E.R. George Clooney sem cabelo grisalho não tem preço!


Conclusão: eu quase não fui ao cinema esse mês.