Coisa de garota: assistir à esse filme e prometer para si mesma nunca agir como a personagem Gigi. Aí, depois da sessão, você não só promete não agir daquela forma, como também não fazer as coisas que já fez um dia, tais como: se apaixonar perdidamente, esperar por um cara legal, ir atrás de alguém, se declarar, essas coisas que fazem a gente se sentir uma completa idiota. Mais idiota ainda quando você descobre que a pessoa de quem gosta não está tão afim de você.
A verdade é que a gente se preocupa demais com tudo isso, e esquece de viver, esquece de deixar o coração bater e sentir isso. A Gigi se deu bem no final do filme (desculpem, contei!). E eu já namorei por 2 anos um garoto que, no começo, não era nem um pouco afim de mim.
Vencedor de 8 Oscars(melhor filme, melhor diretor, melhor roteiro adaptado, melhor edição, melhor fotografia, melhor trilha sonora, melhor canção original e melhor som), Quem quer ser um milionário? me surpreendeu.
Assistindo à premiação, fiquei me perguntando porque o longa venceu para melhor filme. Eu sinceramente apostava em O curioso caso de Benjamin Button, ou ainda O Leitor. E quarta-feira, no cinema, eu soube o porquê, apesar de não concordar. O filme mostra uma ótima edição, fotografia em grande nível e um roteiro que prende do início ao fim e levanta diversos questionamentos. Porém, eu ainda acho a fotografia e a direção de O curioso caso de Benjamin Button superiores, merecendo mais o Oscar de melhor filme.
Mas Quem quer ser um milionário?vale a pena ser visto, mesmo que o ingresso para o cinema esteja tão caro. Emociona e diverte ao mesmo tempo. E se ganhou o Oscar, apesar de eu discordar, foi merecido. Não é sempre que um filme com orçamento de apenas R$15 milhões sai vencedor.
Já prevendo os inúmeros protestos que se seguirão nos comentários, defenderei que sim, Brad Pitt é um bom ator. E eu tive essa constatação no último filme ao qual assisti no cinema: Queime Depois de Ler.
Brad Pitt está, esse ano, concorrendo ao Oscar de melhor ator por O Curioso Caso de Benjamin Button, mas acredito que sua atuação está bem melhor na comédia Queime Depois de Ler. Um ator pode ser ótimo em diversos dramas, mas quando se dá um papel em um gênero diferente é que podemos ver o quanto ele realmente pode se superar. No longa dos irmãos Coen (os mesmos do vencedor do Oscar Onde Os Fracos Não Têm Vez), Pitt interpreta Chad Feldheimer, um personal trainer atrapalhado que tenta se dar bem ao achar um CD com arquivos confidenciais da CIA.
O ator deu ao personagem características únicas e impagáveis. Se você está acostumado a ver um Brad Pitt gostosão e charmoso, encontra nesse filme um personagem boboca, patético, mas super engraçado, que anda de bicicleta e tem um corte de cabelo ridículo. Diferente do tom irônico, mas também engraçado, de Rusty Ryan de Onze Homens e Um Segredo (e suas continuações), Chad Feldheimer arranca risadas justamente por ser o oposto: de pouca inteligência, com atitudes bobas como se fosse um garoto de 12 anos.
Eu não duvidava antes da capacidade de representar de Brad Pitt, foram inúmeros os filmes em que gostei de sua atuação. Mas realmente, Queime Depois de Ler foi memorável.
Calma. Antes que os fãs de O Curioso Caso de Benjamin Button se revoltem: eu não achei ruim. Na verdade, eu achei o longa muito bom. Conseguiu me emocionar, transmitiu uma mensagem. Reuniu atores de ótima atuação, e que se superaram na interpretação.
Porém, tudo o que vi em Benjamin Button eu já havia visto em outros filmes. A direção impecável de David Fincher não é um caso à parte na história cinematográfica, e eu poderia citar pelo menos cinco filmes da última década com direção comparável à dele. A narrativa envolvente e a fotografia perfeita também não são um marco no cinema.
É claro que todos esses elementos fazem a história ser imperdível e merecedora das 13 indicações ao Oscar. Mas isso não quer dizer que o longa deva sair vencedor em todas elas. E isso não será de forma nenhuma injustiça (pelo menos não dessa vez).
O Curioso Caso de Benjamin Button é uma obra-prima, mas não surpreende. Mas vale à pena (e muito) as quase três horas em frente ao telão.
Nada dura para sempre. Eu deveria saber isso desde o primeiro instante, quando vi. Nada dura para sempre, e se você pensar, não dura muito também. Se durar, talvez seja uma mentira - que, então, eu conto sempre.
Eu aprendi a escrever algumas palavras bonitas que é para sufocar a ânsia de te ver. Na esperança de que no fim, nada faça sentido e não doa tanto, visto que é tão previsível. Tarde demais já não cola mais, a verdade é curta e grossa: nada dura para sempre.
Nada que eu fizer será suficiente.
*Baseado no filme O Curioso Caso de Benjamin Button.
Ok, é certo que o novo 007 - Quantum of Solace, lançado em novembro, não agradou tanto quanto o anterior, Casino Royale, de 2006. O primeiro 007 com Daniel Craig, na minha opinião, é o melhor de todos (tudo bem que eu só assisti os com o Pierce Brosnan). Casino Royale mostrou um agente mais violento, mais emotivo, e mais... apaixonado. Mostrou um lado mais humano de James Bond, que deixou de ser apenas um robô atraente e pegador do serviço secreto britânico. E, claro, o corpo escultural sem pêlos, e os olhos azuis, e tudo o mais de Daniel Craig, ajudaram bastante.
Quantum of Solace não tem tantas cenas sensuais, a história é mais complicada de entender (como é continuação de Casino Royale, muitos não gostaram por não tê-lo assistido antes) e Bond não está tão sarcástico como de costume. Está mais sombrio, ainda mais violento, e melancólico, por causa de Vésper, personagem de Eva Green em Casino Roayle. Também não possui tantas cenas marcantes, como a do chuveiro e da tortura, e a música tema, interpretada por Jack White e Alicia Keys, nem se compara à "You know my name", de Chris Cornell. Mas mesmo assim, Quantum of Solace lotou os cinemas.
Cena do chuveiro, em Casino Royale.
Isso é reflexo de que Daniel Craig agradou como James Bond, e eu arrisco dizer que ele é o melhor de todos os tempos (mesmo que eu não tenha assistido os mais antigos). O enredo de Casino Royale também ajudou, fazendo com que os fãs do filme fossem assistir à continuação. Quantum of Solace, mesmo sendo inferior à Casino, prende a atenção, e não peca como um bom filme de ação.
A Talita publicou um meme, e eu me rendi à onda e vou respondê-lo (lê-se: estou ferrada na faculdade e não tenho nada relevante, nem tempo, para postar).
Nome: Darshany Idade: 20 Local de Nascimento: Vitória - ES Peso: 59 kg (vou emagrecer, juro) Altura:1,65 m Apelido de infância: Shany Qual é a sua melhor qualidade? Agilidade e esperteza ao ler os emails! E qual seu maior defeito? Não sei usar Corel Qual é a característica mais importante em um homem? Que ele seja... homem? E em uma mulher? Nós não temos características mais importantes, nós já somos totalmente importantes! Yeah Qual é a sua idéia de felicidade? Ser rica e comprar um corolla pra minha mãe E o que seria a maior das tragédias? Perder meus pais. Quem você gostaria de ser se não fosse você mesma? Carrie Bradshaw, absolutely! E onde gostaria de viver? Manhattan! Qual é sua cor favorita? Preto E o seu desenho animado? Padrinhos Mágicos. anime - Cavaleiros do Zodíaco Quais são os seus escritores preferidos? Não tenho escritores preferidos, e sim livros. E seus cantores e/ou grupos musicais? Stereophonics, Metallica, Alanis Morissette, Arctic Monkeys, etc. O que te faz feliz instantaneamente? Mensagens felizes no celular x) Quais dons você gostaria de possuir? Todos do Clark Tem medo da morte? Sim. Até porque eu sou constantemente quase atropelada. Quem é seu personagem de ficção favorito? Jack Sparrow \o/ James Bond \o/ Qual defeito é mais fácil de perdoar? Frescurite aguda Qual é o lema de sua vida?Minha vida não tem lema... devia ter? oO Qual sua maior extravagância? Assistir dois filmes seguidos no cinema. Adoro! Qual sua viagem preferida? Ai carannn, não viajo nunca. Se pudesse salvar apenas um objeto de um incêndio, qual seria? celular, o que seria inteligente da minha parte, sabe como é... afinal eu poderia pedir socorro, por exemplo. Qual é o maior amor de sua vida? Meus pais. Onde e quando foi mais feliz?Aqui agora! hahhaha Qual é sua ocupação favorita?Não entendi muito bem essa pergunta. Mas se for no sentido que eu estou pensando, eu gosto de me ocupar assistindo minha série preferida (Felicity), comendo passatempo recheado com suco de laranja. Pensa em ter filhos? Não. Quantos? oi? Um animal de estimação: meu passarinho! hihi o nome dele é Billy, e ele está cantando nesse momento. Uma atividade física: correr para pegar ônibus Um esporte: basquete Um prato que sabe fazer: Pão de sal com manteiga na chapa Uma comida que adora: Inhame ensopado Uma invenção tecnológica sem a qual não vive: computador, ÓBVIO. Gasta mais dinheiro com: Xerox ¬¬ Uma inabilidade: Citar só uma é impossível. O que não faria em nome da vaidade? silicone eca! Uma mania: dar f5 pra ver se chegou email novo hahaha Uma saudade: prefiro não mencionar. O primeiro beijo: quando eu tinha 14, logo depois de eu ganhar uma daquelas figurinhas românticas da bala Frigells. Ai, foi bonitinho!
Repasso o questionário para todos aqueles que estão se ferrando também! Amém.
Do Amor e Outros Demônios - Gabriel García Márquez Márquez trata com uma simplicidade imensa e cativante a vida de uma garotinha de 12 anos, supostamente possuída pelo demônio, e o envolvimento de um padre no caso. Diferente da outra obra que já li do mesmo autor, mas igualmente maravilhosa. Recomendo.
Músicas marcantes: Good Woman - Cat Power Porque ela consegue tocar meu coração.
Cinema:
Sex and the City(Sex and the City, 2008). Com Sarah Jessica Parker (Carrie Bradshaw), Kim Cattrall (Samantha Jones), Kristin Davis (Charlotte York), Cynthia Nixon (Miranda Hobbes) e Chris Noth (Mr. Big).
Nesse filme, baseado na série (1998-2004) de mesmo nome, Carrie e Big decidem se casar, após 10 anos de relacionamento conturbado. Estão presentes no filme os mesmos elementos do seriado: grifes, dinheiro, amor, sexo, futilidade e amizade, misturados àquele glamour que só Sex and the city possui. Para os fãs que assistiram à toda a série (eu!), o começo é meio cansativo, mas os olhos brilham no decorrer do filme. Para quem nunca viu, é mais um filme de comédia romântica que vale à pena. DVD:
Separados pelo Casamento (The Break-Up, 2006). Com Jennifer Aniston e Vince Vaughn.
Após dois anos de casamento, Brooke (Aniston) e Gary (Vaughn) entram em crise devido à rotina e acabam se separando. Mas nenhum dos dois aceita sair do apartamento. A partir daí, começa uma guerra, na qual tentam infernizar a vida um do outro, até alguém ceder. O filme é legal, mas você torce, torce, e no final morre na praia.
O Grande Truque (The Prestige, 2006). Com Hugh Jackman, Christian Bale, Michael Caine, Scarlett Johansson, David Bowie e Piper Perabo.
Em Londres do século XIX, os mágicos Robert Angier (Jackman) e Alfred Borden (Bale) vivem em constante rivalidade. É um filme inteligente, que prende a atenção do começo ao fim.
Séries assistidas:
Nip/Tuck - 3ª temporada completa (2005). Com Julian McMahon, Dylan Walsh e Joely Richardson.
Nessa 3ª temporada, os cirurgiões plásticos Christian Troy e Sean McNamara estão de volta dando continuação aos dramas e histórias desenvolvidas a partir da 2ª temporada. Matt se mostra um adolescente cada vez mais rebelde e com crises, principalmente depois de descobrir o segredo de Ava (Famke Janssen). Mas vez ou outra demonstra um pouco de humanidade. Julia McNamara finalmente alcança sucesso profissional, mas continua sendo uma mulher confusa. Sean e Troy, ao longo da temporada, se redescobrem como amigos e sócios, e tentam desvendar o mistério do vilão The Carver (o Açougueiro), maníaco que ataca em Miami. A revelação se dá no último episódio, mas não é surpreendente. Repleta de temas polêmicos, como transexualismo, Nip/Tuck agrada por misturar bizarrices à dramas atuais, o que prende o telespectador. E claro: sexo, drogas e cirurgias plásticas não podiam faltar nessa 3ª temporada.
Músicas marcantes: Sea of Love - Cat Power A voz angustiante de Cat Power pode ser doce quando ela quer, e nessa música, parte da trilha sonora do filme Juno, ela está perfeita. Simplesmente tocou umas 35 vezes seguidas no meu player.
Cena de Juno na qual a música toca:
Cinema:
Quebrando a Banca (21, 2008) Direção de Robert Luketi. Com Jim Sturgees (do lindo Across The Universe), Kevin Spacey (ganhador do Oscar de melhor ator por Beleza Americana), Kate Bosworth (de A Onda dos Sonhos e Superman - O retorno) e Laurence Fishburne (da trilogia Matrix).
Ben Campbell, vivido por Sturgees, é um garoto superdotado, mas que precisa arranjar dinheiro para pagar a faculdade. Seu professor de matemática, Micky Rosa (Spacey), repara no talento de Ben com os números e o convida para fazer parte de um grupo de jovens que, através de códigos e contando cartas, ganham dinheiro quebrando cassinos em Las Vegas. Inicialmente, Ben quer apenas a quantia necessária para pagar a faculdade mas, deslumbrado com o dinheiro fácil e o mundo de diversão, não consegue mais parar e acaba correndo risco de vida. Quebrando a Banca é um filme excelente, principalmente para aqueles que gostam de uma reviravolta nas histórias e aquela surpresinha no final.
Homem de Ferro (Iron Man, 2008) Dirigido por Jon Favreau. Com Robert Downey Jr. (dos recentes A Pele e Zodíaco), Terrence Howard (dos ótimos Crash - no limite e Quatro Irmãos) e Gwyneth Paltrow (ganhadora do Oscar de melhor atriz por Shakespeare Apaixonado).
Robert Downey Jr. foi a escolha perfeita para dar vida a Tony Stark, dono de uma indústria de armamentos, que ao ser seqüestrado por terroristas constrói uma máquina para fugir. Essa máquina, uma espécie de armadura-arma, é feita com alta tecnologia e Stark começa a usá-la para combater o crime.
O filme é muito bom, apesar de Gwyneth Paltrow estar meio apagada no papel da secretária fiel de Stark, Pepper. Downey Jr., mesmo não sendo o estereótipo dos super-heróis da Marvel, se saiu ótimo como Homem de Ferro, dando um tom de ironia ideal ao personagem. Destaque para a aparição relâmpago de Samuel L. Jackson, que dá a entender que haverá uma continuação.
O Melhor Amigo da Noiva (Made of Honor, 2008) Direção de Paul Weiland. Com Patrick Dempsey (o Dr. McDream de Grey's Anatomy, atuou também no bonitinho Doce Lar) e Michelle Monaghan (dos fracos Missão Impossível 3 e Antes Só Do Que Mal Casado).
Dempsey interpreta Tom, um solteiro convicto cheio de regras quanto às mulheres que saem com ele. Hannah (Monaghan), sua melhor amiga há 10 anos, viaja para Escócia por 6 meses e, durante esse tempo, Tom descobre que é apaixonado por ela. Decidido a compensar o tempo perdido, espera ansioso por sua volta para se declarar, mas Hannah retorna noiva de um conde escocês e o chama para ser "madrinha" de seu casamento. Desesperado, Tom tenta o impossível para o casamento não acontecer.
Cópia bem-feita (e até melhor) de O Casamento do Meu Melhor Amigo, o filme não deixa a desejar na comédia e no romance. Destaque para a cena que Hannah faz sua despedida de solteira num pub da Escócia e para a trilha sonora que caiu como uma luva, de Love Song (Sara Bareilles) que abre o filme, à Stop Crying Your Heart Out (Oasis).
Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal (Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull, 2008) Dirigido por Steven Spielberg. Com Harrison Ford (do ótimo Divisão de Homicídios), Shia LaBeouf (de Transformers e Paranóia), Cate Blanchett (de Elizabeth, Vida Bandida, Babel, trilogia O Senhor dos Anéis e ganhodora do Oscar de melhor atriz coadjuvante por O Aviador), e John Hurt (de Harry Potter e a Pedra Filosofal).
4ª aventura da série Indiana Jones, ambientada em 1957. Dessa vez, Henry Jones, juntamente à Mutt Williams (LaBeouf), sai em busca da Caveira de Cristal, também alvo da ambição da vilã soviética Irina Spalko (Cate Blanchett). Não assisti aos três filmes anteriores, mas esse é até legal, tirando algumas partes do roteiro meio surreais.
DVD: As filhas de Marvin (Marvin's room, 1996). Dirigido por Jerry Zacks. Com Meryl Streep (de O Diabo Veste Prada), Diane Keaton, Leonardo DiCaprio (de Gangues de Nova York e Os Infiltrados) e Robert De Niro (de Os Intocáveis, 15 Minutos, ganhador do Oscar de melhor ator por Touro Indomável e melhor ator coadjuvante por O Poderoso Chefão II).
O filme gira em torno de um drama familiar vivido por Bessie (Keaton) que, ao detectar uma leucemia, precisa reencontrar a irmã Lee (Streep), que não vê há 17 anos. Drama gostoso de assistir, principalmente pela boa atuação de Leonardo DiCaprio, que naquela época já se revelava um ótimo ator, e não só um rostinho bonito no cinema.
Match Point - Ponto Final (Match Point, 2005). De Woody Allen. Com Jonathan Rhys-Meyers (de Feira das Vaidades e Alexandre), Scarlett Johansson (de Moça com Brinco de Pérola, Scoop - O Grande Furo e Encontros e Desencontros) e Emily Mortimer (de Querido Frankie e Paris, Eu Te Amo)
Chris Wilton (Jonathan Rhys-Meyers) é um ex-jogador e professor de tênis que, em Londres, conhece e se apaixona por Nola Rice (Scarlett Johansson), noiva de seu amigo Tom. A situação se complica quando ele casa com a irmã de Tom, Chloe (Emily Mortimer), e logo depois começa um caso com Nola.
Tudo que eu tenho para dizer sobre esse filme é: surpreendente e espetacular. Típico de Allen.
Baseado livremente nos posts mensais do blog Era uma vez...
Livros lidos: Uma Aprendizagem ou o Livro dos Prazeres - Clarice Lispector: confesso que ainda não terminei.
Bandas conhecidas: nenhuma, acho que nem ouvi música direito esse mês.
Músicas marcantes: Since I Told You It's Over - Stereophonics: linda demais. É daquelas que te faz pensar milhares de coisas, ficar viajando, com o coração acelerado.
CD que não parou de tocar: Stereophonics - "You Gotta Go There to Come Back" (2003). Destaque para a perfeita (minha música preferida) Maybe Tomorrow (faixa 2), Since I Told You It's Over (faixa 13), Rainbows and Posts of Gold (faixa 10).
Cinema: Jumper (2008), com Hayden Christensen (do bom As Virgens Suicidas e dos chatos Star Wars episódio 2: o ataque dos clones, Star Wars episódio 3: a vingança dos Sith), Rachel Bilson (a Summer da série mais ou menos The O.C), Samuel L. Jackson (ai, de um monte aí), Diane Lane (dos bons Infidelidade, Procura-se um amor que goste de cachorros e A casa de vidro) e Jamie Bell (o Billy Elliot, lembram?). O filme é sobre um garoto que descobre que tem o poder de se teletransportar, e uma organização que persegue pessoas com esse poder começa a tentar matá-lo. Gostei porque tem muita ação, o casal do filme tem química, a trilha é boa, o Hayden é lindo, e no fim dá um gostinho de quero mais. E acho que vem uma continuação por aí mesmo..
Angel (2007), com Romola Garai (de Feira das Vaidades, Dirty Dancing 2, Scoop - O grande furo e Desejo e Reparação - todos ainda não vistos e que sou louca para ver), Sam Neill (das mega produções Jurassic Park 1 e 3 e o emocionante O Homem Bicentenário) e Lucy Russell (de Batman Begins - o melhor - e Tristão e Isolda). É um filme baseado em uma obra de Elizabeth Taylor, que conta a história de Angel, uma escritora sonhadora que consquista a fama, mas aos poucos tudo começa a dar errado em sua vida. Quando eu vi o cartaz desse filme, fiquei doida para assistir, mas me decepcionei. O filme se arrasta demais, e quando algumas cenas mudam de período há uma certa dificuldade de se entender.
DVD: Garçonete (Waitress, 2006), com Keri Russell (da série mais perfeita Felicity, e dos filmes Missão Impossível 3 e O Som do Coração), Nathan Fillion (de O Regate do Soldado Ryan, Drácula 2000 e A Liga da Justiça) e Jeremy Sisto (do ótimo Aos Treze e do lindinho De Repente é Amor). Filme independente, sobre uma garçonete (Jenna) famosa por suas tortas, mas que vive um inferno no casamento. Até que um dia ela descobre que está grávida do marido, e fica naquele dilema de "eu sei que deveria estar feliz, mas não estou". O filme mostra todo esse processo de aceitação da gravidez, por vezes cômico, por vezes dramático, e o ponto alto é quando ela acaba se apaixonando pelo ginecologista. Ninguém dá nada pelo filme lendo sua sinopse, mas eu AMEI quando assisti. Ele é romântico, engraçado, dramático, doce, e a Keri está perfeita no papel de Jenna. Recomendadíssimo.
Séries assistidas: comecei a 3ª temporada de Nip/Tuck, mas parei no 3º episódio.
Conclusão: Foi um mês bem agitado, mas eu não tive muito tempo para fazer as coisas que gosto.
Baseado livremente nos posts mensais do blog Era uma vez...
Livros lidos: Um Conto de Duas Cidades, de Charles Dickens. Finalmente, pois estou tentando terminá-lo há quase 4 anos (sim, QUATRO anos), mas sempre surgia um novo Harry Potter, ou Senhor dos Anéis, ou Diário da Princesa, ou Gossip Girl, para me interromper. Aleluia para mim! Como eu demorei séculos para ler, vocês devem pensar que o livro é muito ruim. Mas nem é, até que é bom, só meio monótono às vezes. A dica é: leia se não tiver mais nada interessante em mãos.
O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry. Uma gracinha!
Bandas conhecidas: Arctic Monkeys. Sim, eu ainda não tinha parado para ouvir Arctic Monkeys. Resume tudo: perfeito. Ouçam.
Paramore. Enfim uma banda com vocal feminino depois do Garbage que vale à pena ouvir, ouvir, sair pulando...
Músicas marcantes: When I'm gone - Simple Plan. Calma, eu explicarei: Simple Plan não é lá uma banda total ruim, às vezes tem algumas músicas legais. O problema deles foi não terem criatividade para inovar, e mudarem completamente o estilo de se vestir (os caras eram tipo o Green Day, mas parece que por uma questão de marketing, preferiram se vestir daquele jeito que as pessoas consideram Emo). Enfim, eles lançaram um novo CD, que parece continuar na mesmice, um quase pop, mas eu não posso negar que When I'm Gone, o primeiro single, é legal sim, e gruda que nem chiclete.
Starlight - Muse. A melhor música que ouvi nesse mês. Nunca tinha escutado Muse, e essa ainda é a única música que ouvi deles. A batidinha te faz balançar a cabeça, e a voz do cara soa melancolicamente gostosa. Viciei.
CD que não parou de tocar: O primeiro do Arctic Mokeys, Whatever People Say I Am, That's What I'm Not. Maravilhoso! Melhores faixas: Mardy Bum (faixa 9), When The Sun Goes Down (faixa 11), A Certain Romance (faixa 13).
Cinema: Juno, ganhador do Oscar de Melhor Roteiro Original esse ano. Com Ellen Page (aquela de MeninaMá.com que sou louca pra assistir), Michael Cera e Jennifer Garner (que já participou de Felicity, protagonizou Alias, e fez filmes como o ótimo Prenda-me se for capaz, o lindinho De repente 30 e viveu Elektra em Demolidor e Elektra). O filme tem uma trilha sonora perfeita, e surpreende principalmente por mostrar uma situação complicada vivida de maneira inesperada. A gravidez de Juno nos faz rir, nos emociona, e nos faz pensar se teríamos coragem de agir como ela se isso acontecesse conosco. Lindo. Assistam.
Ponto de Vista, com Dennis Quaid (de Alta Freqüência e O dia depois de amanhã), Matthew Fox (da série Lost), Forest Whitaker (de O quarto do pânico, Por um fio e ganhador do oscar de melhor ator em 2007 por O último rei da Escócia) e Sigourney Weaver (da série de filmes Alien, Os caça-fantasmas I e II e A vila). Ação que beira o enjoativo, mas acaba nesse exato momento, então dá para sair do cinema satisfeito. Prende a atenção pelo quebra-cabeça que a trama desenvolve e pelos bons atores, se não fosse isso, não seria um bom filme. Recomendo que esperem sair em dvd para assistirem.
Séries assistidas: 1ª temporada completa de E.R. George Clooney sem cabelo grisalho não tem preço!
Ontem assisti a um filme muito bom. Não, não é cult, não é europeu, não tem um enredo de tirar o chapéu, nem é digno de ser indicado ao Oscar. Mas é bom. Clive Owen, muito sexy com aquele sobretudo de couro (ou jaqueta?) preto, passa uma hora e meia atirando para todos os lados, comendo cenoura, pegando uma mulher gostosa (Monica Bellucci), cuidando de um bebê... ops, de repente muitas coisas acontecem ao mesmo tempo para uma hora e meia de filme. É uma ação repleta de sarcasmo, que te faz rir até das dezenas de mortes que ocorrem. Ou centenas?
Sem contar a trilha sonora impecável. Sim, como um bom filme de ação, eu não esperava que tocasse nenhuma música melódica que me fizesse querer chorar. Mas também não esperava que fosse gostar TANTO, mas tanto do que ouvi. Metal, grunge, punk. Shoot'EM Up (Mandando Bala) me fez balançar as perninhas o tempo inteiro, batendo a mão no braço da cadeira. Quando tocou Nirvana (Breed) enquanto Clive mandava bala, eu me controlei para não levantar ali mesmo, e cantar bem alto, balançando a cabeça. Even if you have, even if you need, I don’t mean to stare, we don’t have to breed! We could plant a house, we could build a tree, I don’t even care, we could have all three! She said, she said, SHE SAID, SHE SAID, SHE SAID, SHE SAID, SHE SAID, SHE SAID... GOOD! Foi a cena mais perfeita do filme.
Quem me conheceu esse ano não imagina ainda as músicas que me fazem enlouquecer. Tinha tempos que não ouvia Nirvana. Porquê? me pergunto. Lembrei da garota que há anos atrás tinha um jeito diferente de existir. Mas nos últimos tempos, as pessoas têm me influenciado. Até minhas roupas, minha mãe que escolhe agora. Pode ser que, inconscientemente, eu esteja querendo ser aceita. Mas que saudade eu tenho da Darshany que andava meio largada, sem se preocupar. Que ouvia Kurt se esgoelando em Territorial Pissingse achava aquilo um tesão. Ah, não faz tanto tempo assim. Não faz. Talvez eu nunca tenha mudado como acho que mudei. Só estou com uma carcaça diferente. A outra está ali guardadinha. Pronta para ser usada.