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quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

García Márquez

Bom, é Natal. E eu ainda não tenho muito o que dizer, apesar de a data ser especial. Vou sair com minha família daqui a pouco, o que é muito raro de acontecer. Então, para um post rápido, vai mais um meme passado pela Yaas:

Regras:

1- Agarrar o livro mais próximo

2- Abrir na página 161;

3- Procurar a quinta frase completa;

4- Colocar a frase no blog;

5- Não escolher a melhor frase, nem o melhor livro! Utilizar mesmo o livro que estiver mais próximo;

6- Passar para cinco pessoas!


Livro: Do Amor e Outros Demônios - Gabriel García Márquez

5ª frase da pág. 161: "Viu a estranha mulher transfigurada pelo roupão de seda, e também pensou que se tratava de um fantasma, porque estava pálida e sinistra, e parecia vir de muito longe."

Repasso o meme para todos que estão se sentindo estranhamente felizes hoje.
E recomendo o livro, lógico.

domingo, 21 de dezembro de 2008

A febre Crepúsculo.

Eu sei que milhares de blogs devem falar da mesma coisa no momento: o quanto Crepúsculo, seja o livro ou o filme, é maravilhoso. De fato, é. Eu li o livro em dois dias e assisti ao filme na estréia. Mas o que quero comentar não é o óbvio, e sim o que reparei quando fui ao cinema. Eu nunca tinha visto um cinema tão lotado, com pessoas no chão, e tantos gritos histéricos, como em 2003 quando assisti à Homem-Aranha. Nem em nenhum Harry Potter eu vi isso (estou comparando a histeria no cinema, e não os livros, até porque são incomparáveis e eu sou fã de HP).

Talvez porque o Edward seja lindo mesmo. E tão perfeito que nenhum outro personagem se compara à ele nesse quesito (convenhamos: Potter é depressivo e Parker é emo). Só sei que eu deixei o que resta do meu lado adolescente tomar conta na sexta. Fiquei com cara de boba olhando para a tela gigante, comparando cada pedacinho do filme com o livro, reclamando quando alguma coisa era mudada, e suspirando sempre que Edward aparecia.

Fala sério.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Do you miss me?

Estão sentindo minha falta? Estão desesperados por textos novos?

Acessem:
http://msbatataquente.blogspot.com/

Texto meu lá :)

ps.: ando convivendo demais com publicitários.

pps.: caí num buraco hoje.

domingo, 6 de julho de 2008

Junho.

Livros lidos:

Do Amor e Outros Demônios - Gabriel García Márquez
Márquez trata com uma simplicidade imensa e cativante a vida de uma garotinha de 12 anos, supostamente possuída pelo demônio, e o envolvimento de um padre no caso. Diferente da outra obra que já li do mesmo autor, mas igualmente maravilhosa. Recomendo.

Músicas marcantes:
Good Woman - Cat Power
Porque ela consegue tocar meu coração.


Cinema:

Sex and the City (Sex and the City, 2008). Com Sarah Jessica Parker (Carrie Bradshaw), Kim Cattrall (Samantha Jones), Kristin Davis (Charlotte York), Cynthia Nixon (Miranda Hobbes) e Chris Noth (Mr. Big).

Nesse filme, baseado na série (1998-2004) de mesmo nome, Carrie e Big decidem se casar, após 10 anos de relacionamento conturbado. Estão presentes no filme os mesmos elementos do seriado: grifes, dinheiro, amor, sexo, futilidade e amizade, misturados àquele glamour que só Sex and the city possui.
Para os fãs que assistiram à toda a série (eu!), o começo é meio cansativo, mas os olhos brilham no decorrer do filme. Para quem nunca viu, é mais um filme de comédia romântica que vale à pena.

DVD:

Separados pelo Casamento (The Break-Up, 2006). Com Jennifer Aniston e Vince Vaughn.

Após dois anos de casamento, Brooke (Aniston) e Gary (Vaughn) entram em crise devido à rotina e acabam se separando. Mas nenhum dos dois aceita sair do apartamento. A partir daí, começa uma guerra, na qual tentam infernizar a vida um do outro, até alguém ceder.
O filme é legal, mas você torce, torce, e no final morre na praia.

O Grande Truque (The Prestige, 2006). Com Hugh Jackman, Christian Bale, Michael Caine, Scarlett Johansson, David Bowie e Piper Perabo.

Em Londres do século XIX, os mágicos Robert Angier (Jackman) e Alfred Borden (Bale) vivem em constante rivalidade. É um filme inteligente, que prende a atenção do começo ao fim.

Séries assistidas:

Nip/Tuck - 3ª temporada completa (2005). Com Julian McMahon, Dylan Walsh e Joely Richardson.

Nessa 3ª temporada, os cirurgiões plásticos Christian Troy e Sean McNamara estão de volta dando continuação aos dramas e histórias desenvolvidas a partir da 2ª temporada. Matt se mostra um adolescente cada vez mais rebelde e com crises, principalmente depois de descobrir o segredo de Ava (Famke Janssen). Mas vez ou outra demonstra um pouco de humanidade. Julia McNamara finalmente alcança sucesso profissional, mas continua sendo uma mulher confusa. Sean e Troy, ao longo da temporada, se redescobrem como amigos e sócios, e tentam desvendar o mistério do vilão The Carver (o Açougueiro), maníaco que ataca em Miami. A revelação se dá no último episódio, mas não é surpreendente.
Repleta de temas polêmicos, como transexualismo, Nip/Tuck agrada por misturar bizarrices à dramas atuais, o que prende o telespectador. E claro: sexo, drogas e cirurgias plásticas não podiam faltar nessa 3ª temporada.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

So maybe tomorrow I'll find my way home.

Eu sei que eu deveria estar, nesse momento exato, fazendo minha reportagem de Teorias e Práticas Jornalísticas para Meios Impressos, que à propósito vale 50 pontos, ou seja, meu pulmão esquerdo. Sei também que me ferrarei bonito se nos próximos minutos eu não fechar o Mozilla e ir escrever, além do quê também posso ferrar minha dupla, Letícia linda, e isso é a última coisa que quero na minha vida. Aliás, eu não quero isso nunca na minha vida.

Então, colocarei aqui um texto que não é meu. Mas que foi feito para mim. E propositalmente (ou não), ele é sobre mim. Acontece que a pessoa quem escreveu é tão boa nisso, que conseguiu interpretar meu blog e minha música preferida, e fazer um texto que praticamente diz o que sou agora. Espero que gostem.

(Leiam ouvindo a música)
Stereophonics - Maybe Tomrrow


"Sigh

(A pedido de Darsh)

Eu olho em volta sentindo o vento frio batendo forte no meu rosto. Eu estive perdendo tempo pensando o que nós seriamos agora, ou antes, ou depois. Já faz tempo que você se foi e deixou meu mundo de cabeça para baixo, e mesmo que isso faça minha cabeça ficar pesada eu só respiro fundo, de novo e de novo.

Foto: Bruna M. Cibotto.

Eu não sei exatamente porque, as coisas parecem gostar de ficar invertidas comigo. O cinza chumbo que deveria estar esticado na pista lá fora está tingindo as nuvens acima da minha cabeça, mesmo quando eu quero deitar na grama e ficar imaginando o formato delas, compartilhando a leveza de ser dos velhos drogados de Seattle.
E com a cabeça girando (de coca cola por favor) eu penso que quero mesmo é sair por aí, fazendo o que dá vontade, nadando no meio do oceano, comprar um sorriso – mas ele não é de graça? -, ou pegar um tempo só para mim, e ficar pensando essas bobagens mesmo.
É tudo o que eu quero.
Quero esquecer um pouco que eu deveria te esquecer por algum motivo (estúpido ou não), que eu deveria respirar e sentir a brisa fria e ser livre. Livre. Livre de pensar no que deveria ter acontecido quando não aconteceu.
Eu apenas quero sentir a grama encostando na pele.
E de tanto sentir, eu fiquei sem vontade de ir para casa escutar meus velhos pensamentos ao som das músicas que só me lembram você. Eu quero mais é andar – talvez um ônibus seja uma boa idéia – e lembrar mais um pouco; quem sabe assim meus pés – ou o motorista, é claro – me levem de volta pra casa.
Ou quem sabe eu pare para conversar com a velha cerveja no velho bar. Talvez amanhã eu encontre meu caminho de casa.

Shelhass
Baseada na música Maybe Tomorrow por Stereophonics, e nos singelos e intimistas textos de Darshany Loyola"

A autora: http://shelha.blogspot.com

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Propaganda básica.

Blog Batata Quente - com texto meu postado essa semana: http://www.msbatataquente.blogspot.com


Site da ECOS Jr (Empresa de Comunicação Social Júnior da UFES) - que tem matéria minha também: http://www.ecosjr.com.br


Matéria que fiz sobre o CONEJES (Congresso das Empresas Juniores do ES): http://www.juniores.cjb.net/news11.htm

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Abril.

Baseado livremente nos posts mensais do blog Era uma vez...

Livros lidos:
Uma Aprendizagem ou o Livro dos Prazeres - Clarice Lispector: confesso que ainda não terminei.

Bandas conhecidas:
nenhuma, acho que nem ouvi música direito esse mês.

Músicas marcantes:
Since I Told You It's Over - Stereophonics: linda demais. É daquelas que te faz pensar milhares de coisas, ficar viajando, com o coração acelerado.

CD que não parou de tocar:
Stereophonics - "You Gotta Go There to Come Back" (2003). Destaque para a perfeita (minha música preferida) Maybe Tomorrow (faixa 2), Since I Told You It's Over (faixa 13), Rainbows and Posts of Gold (faixa 10).

Cinema:
Jumper (2008), com Hayden Christensen (do bom As Virgens Suicidas e dos chatos Star Wars episódio 2: o ataque dos clones, Star Wars episódio 3: a vingança dos Sith), Rachel Bilson (a Summer da série mais ou menos The O.C), Samuel L. Jackson (ai, de um monte aí), Diane Lane (dos bons Infidelidade, Procura-se um amor que goste de cachorros e A casa de vidro) e Jamie Bell (o Billy Elliot, lembram?). O filme é sobre um garoto que descobre que tem o poder de se teletransportar, e uma organização que persegue pessoas com esse poder começa a tentar matá-lo.
Gostei porque tem muita ação, o casal do filme tem química, a trilha é boa, o Hayden é lindo, e no fim dá um gostinho de quero mais. E acho que vem uma continuação por aí mesmo..

Angel (2007), com Romola Garai (de Feira das Vaidades, Dirty Dancing 2, Scoop - O grande furo e Desejo e Reparação - todos ainda não vistos e que sou louca para ver), Sam Neill (das mega produções Jurassic Park 1 e 3 e o emocionante O Homem Bicentenário) e Lucy Russell (de Batman Begins - o melhor - e Tristão e Isolda). É um filme baseado em uma obra de Elizabeth Taylor, que conta a história de Angel, uma escritora sonhadora que consquista a fama, mas aos poucos tudo começa a dar errado em sua vida.
Quando eu vi o cartaz desse filme, fiquei doida para assistir, mas me decepcionei. O filme se arrasta demais, e quando algumas cenas mudam de período há uma certa dificuldade de se entender.

DVD:
Garçonete (Waitress, 2006), com Keri Russell (da série mais perfeita Felicity, e dos filmes Missão Impossível 3 e O Som do Coração), Nathan Fillion (de O Regate do Soldado Ryan, Drácula 2000 e A Liga da Justiça) e Jeremy Sisto (do ótimo Aos Treze e do lindinho De Repente é Amor). Filme independente, sobre uma garçonete (Jenna) famosa por suas tortas, mas que vive um inferno no casamento. Até que um dia ela descobre que está grávida do marido, e fica naquele dilema de "eu sei que deveria estar feliz, mas não estou". O filme mostra todo esse processo de aceitação da gravidez, por vezes cômico, por vezes dramático, e o ponto alto é quando ela acaba se apaixonando pelo ginecologista.
Ninguém dá nada pelo filme lendo sua sinopse, mas eu AMEI quando assisti. Ele é romântico, engraçado, dramático, doce, e a Keri está perfeita no papel de Jenna. Recomendadíssimo.

Séries assistidas:
comecei a 3ª temporada de Nip/Tuck, mas parei no 3º episódio.

Conclusão:
Foi um mês bem agitado, mas eu não tive muito tempo para fazer as coisas que gosto.

segunda-feira, 31 de março de 2008

Março.

Baseado livremente nos posts mensais do blog Era uma vez...


Livros lidos
:
Um Conto de Duas Cidades, de Charles Dickens. Finalmente, pois estou tentando terminá-lo há quase 4 anos (sim, QUATRO anos), mas sempre surgia um novo Harry Potter, ou Senhor dos Anéis, ou Diário da Princesa, ou Gossip Girl, para me interromper. Aleluia para mim! Como eu demorei séculos para ler, vocês devem pensar que o livro é muito ruim. Mas nem é, até que é bom, só meio monótono às vezes. A dica é: leia se não tiver mais nada interessante em mãos.

O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry. Uma gracinha!


Bandas conhecidas:
Arctic Monkeys. Sim, eu ainda não tinha parado para ouvir Arctic Monkeys. Resume tudo: perfeito. Ouçam.

Paramore. Enfim uma banda com vocal feminino depois do Garbage que vale à pena ouvir, ouvir, sair pulando...


Músicas marcantes:
When I'm gone - Simple Plan. Calma, eu explicarei: Simple Plan não é lá uma banda total ruim, às vezes tem algumas músicas legais. O problema deles foi não terem criatividade para inovar, e mudarem completamente o estilo de se vestir (os caras eram tipo o Green Day, mas parece que por uma questão de marketing, preferiram se vestir daquele jeito que as pessoas consideram Emo). Enfim, eles lançaram um novo CD, que parece continuar na mesmice, um quase pop, mas eu não posso negar que When I'm Gone, o primeiro single, é legal sim, e gruda que nem chiclete.

Starlight - Muse. A melhor música que ouvi nesse mês. Nunca tinha escutado Muse, e essa ainda é a única música que ouvi deles. A batidinha te faz balançar a cabeça, e a voz do cara soa melancolicamente gostosa. Viciei.


CD que não parou de tocar:
O primeiro do Arctic Mokeys, Whatever People Say I Am, That's What I'm Not. Maravilhoso! Melhores faixas: Mardy Bum (faixa 9), When The Sun Goes Down (faixa 11), A Certain Romance (faixa 13).


Cinema:
Juno, ganhador do Oscar de Melhor Roteiro Original esse ano. Com Ellen Page (aquela de MeninaMá.com que sou louca pra assistir), Michael Cera e Jennifer Garner (que já participou de Felicity, protagonizou Alias, e fez filmes como o ótimo Prenda-me se for capaz, o lindinho De repente 30 e viveu Elektra em Demolidor e Elektra). O filme tem uma trilha sonora perfeita, e surpreende principalmente por mostrar uma situação complicada vivida de maneira inesperada. A gravidez de Juno nos faz rir, nos emociona, e nos faz pensar se teríamos coragem de agir como ela se isso acontecesse conosco. Lindo. Assistam.

Ponto de Vista, com Dennis Quaid (de Alta Freqüência e O dia depois de amanhã), Matthew Fox (da série Lost), Forest Whitaker (de O quarto do pânico, Por um fio e ganhador do oscar de melhor ator em 2007 por O último rei da Escócia) e Sigourney Weaver (da série de filmes Alien, Os caça-fantasmas I e II e A vila). Ação que beira o enjoativo, mas acaba nesse exato momento, então dá para sair do cinema satisfeito. Prende a atenção pelo quebra-cabeça que a trama desenvolve e pelos bons atores, se não fosse isso, não seria um bom filme. Recomendo que esperem sair em dvd para assistirem.


Séries assistidas:
1ª temporada completa de E.R. George Clooney sem cabelo grisalho não tem preço!


Conclusão: eu quase não fui ao cinema esse mês.

sábado, 3 de novembro de 2007

Dando um tempo.

Ok, eu reconheço que meu último texto não ficou bom. Então hoje vou postar algo diferente, porque não estou muito inspirada para escrever algo que tenha alguma utilidade...

Fui ler o blog da Letícia, como sempre faço, crente que ela tinha postado sua matéria sobre o Gilberto. Sim, ela já me contou o que aconteceu por telefone, mas eu queria muito ler, e ainda espero pacientemente o trabalho da minha querida foca. Mas não era um texto sobre o Gilberto, e sim uma corrente: “Meme dos Códigos Literários”, que "resume-se a abrir o livro mais próximo, ou seja, que estiver ao alcance da mão, abri-lo na página 161 e copiar a 5ª frase completa, publicando a mesma no seu próprio blog, criando por assim dizer, um clone (na forma) do post do desafiante." Muito bem, a foca querida me indicou como um dos blogs pra continuar. Como sou obediente, lá vai:

"Se houvesse essa possibilidade, mesmo num futuro remoto, abrigada em meus pensamentos ou oculta em meu coração, eu não poderia agora apertar sua honrada mão."

Do livro "Um conto de duas cidades", de Charles Dickens.

Devo agora indicar 5 pessoas, mas não quero indicar nenhuma. Se quiserem copiar e continuar a corrente, fiquem à vontade.

Eu gostei do trecho. =]